whatathink
Às vezes só escrevo a idéia principal num bloco de notas e depois, quando eu resolvo postar que eu a trabalho.
Recentemente as duas idéias derivaram da mesma situação, então lá vai tudo junto:
Me perguntaram se eu gosto do cinema nacional (brasileiro), e a minha resposta é, obviamente, não.
Enquanto não mudar, não tem como eu gostar.
Eu lembro da época da faculdade e os 4 Ps do Marketing. No cinema brasileiro são 3: Palavrão, pobreza e putaria.
É sempre a mesma coisa, com favela, sertão, violência e pobreza.
Porra, é tão difícil fazer um filme normal, sobre o nada? Uma comédia, ficção científica, drama, aventura, whatever!
Mas não, é sempre a mesma coisa. E eu não gosto.
Não é de se estranhar a visão distorcida que os “gringos” tem do Brasil.
Sou totalmente contra generalização e estereótipo de qualquer tipo, mas o ser humano prega as suas peças.
15 segundos de fama, funcionários do mês, o homem do ano.
Existem as exceções, os Alexander Supertramp, mas todos os outros querem estar em destaque.
Querem atenção.
Ser o centro das atenções.
Quem não se sente bem com um pouco de status, um pouco de reconhecimento, de ser ídolo?
Eu sei como é, já fui assim também.
O pior é quando tudo acaba.
Acostumado com uma vida “normal”, de repente ganha tudo isso, e aí perde e o normal não é mais suficiente.
Todo mundo quer sempre mais.
Let’s go into the wild.